segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Projeto 6 on 6 - Fotografia

Olá galera, 
depois de ter sumido, voltei com o 6 on 6.

De última hora, fui convidada pelo meu querido amigo, Thalles, a participar desse "desafio", "projeto", "brincadeira", seja lá como chamarei, que consiste em postar 6 fotos de coisas a minha escolha todo dia 06 do mês!

Enfatizo que participam mais 5 blogueiros nesse 6 on 6, os quais são:

Além do Thalles [Endless Characters], tem ainda a Annanda, a Déia, a minha xará Priscila [Efeito Branca de Neve] e a Sarah [Tímida Assumida]

Como eu adoro tirar fotos, eu sempre quis participar, e agora surgiu a oportunidade [yupii].
E aqui está minha primeira participação do 6 on 6 - Natureza:

Esta foto foi tirada em Paranaguá, em agosto!
Barcos sempre me dão saudade do meu pai, ele contava coisas muito curiosas sobre embarcações, e os pescadores são muito animados, mesmo não sendo os mais ricos. Seus barcos são sempre decorados e pintados com capricho.

 Não sei o nome exato dessa árvore. Mas olhei para ela, o sol entre seus galhos, peguei o celular e cliquei!

 O mesmo devo dizer desse Ipê amarelo. Achei lindo, uns dias antes da primavera, estar todo florido e iluminado pelo sol. O céu azul com as nuvens também ajudou na composição.


 Particularmente gostei muito dessa foto, foi totalmente acidental!


Esta foto foi tirada em Treze Tílias (viagem que ainda narrarei aqui). A cidade foi fundada por Andreas Thaler, e esta fonte fica numa praça no centro da cidade com o nome do ministro. Ao fundo, a igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Tudo bem, é uma natureza com a mão do homem, mas vale a pena!

 E por último, mais uma natureza urbanizada. 
Esta foto tirei no Central Park (NYC) e esquilos são muito comuns pelas ruas dos Estados Unidos. Lógico que o National Park procura mantê-los sempre na natureza, mas eles dão uma escapadinha para olhar os turistas. 
Não é uma fofura? Eles são bem amigáveis também (quando sabem que podem ganhar alguma coisa!) hehehe

Bem, por enquanto é isso.
Não fiquem triste, vou procurar atualizar o blog com os passeios que fiz por aí!

Abraços

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Fenway Park - ou a casa do Red Sox

No ano em que fomos ao Fenway Park foi comemorado seus 100 anos, sendo dos mais antigos que ainda está em uso, e pelo o que o guia nos contou, houve uma grande festa... Pena que perdemos.

Ele foi inaugurado no dia 20 de abril de 1912, contudo não celebraram sua abertura devido à tragédia do Titanic.
Não vou me ater muito a fatos históricos, até por que há tudo isso pela internet...

Uma coisa que digo, se você vai aos Estados Unidos, pelo menos UM estádio de beisebol você deve visitar (pelo menos de grandes times). Os americanos respiram beisebol quase como respiramos futebol. O mais legal que alguns estádios oferecem aos turistas visitas guiadas, eles explicam sua história e têm o maior orgulho disso tudo!

Alguns dirão: "mas beisebol é tão complicado e chato...", não é não! Eu devo dizer que entendo mais de beisebol que de futebol, mas sim, os jogos chegam a durar horas...

Voltando, em nossa visita a Boston, para deleite do meu marido (fã de carteirinha de beisebol), ficamos em um hotel esquina com o Fenway Park. Então nossa primeira parada, claro, foi lá!
Uma pena que estava chovendo muito, então o campo estava coberto para proteger a grama de possíveis grandes estragos que a chuva pudesse causar.
Se vocês perceberem, os estádios de beisebol, mesmo com toda a movimentação dos jogadores na grama, possui um tapete verde impecável. Eles gastam bom tempo e dinheiro investindo nessa apresentação.

Anos em que o Boston Red Sox ganhou   
A casa dos Red Sox recebeu 9 World Series, vencendo 6 deles. Para alguns desses títulos, o Red Sox contou com a participação do grandioso Babe Ruth. Babe Ruth depois de 1920 passou a jogar para o New York Yankees. Depois da saída de Babe do Boston, o time ficou mais de 20 anos sem ganhar uma World Serie, e chamaram isso de "A maldição de Bambino".

Como vocês sabem, o povo americano é bem supersticioso, e há muitas "lendas" e fatos curiosos.
Houve muitos outros grandes jogadores no Boston Red Sox, e que também se tornaram lendas, como o Smoky Joe. Esses jogadores como muitos outros estampam o Hall da Fama. Eu como não sou tão fã de beisebol, só me lembro desses dois nomes...

Outro fato curioso sobre o esporte é que eles se vangloriam de home runs. No estádio há algumas cadeiras pintadas em vermelho indicando onde foi o primeiro home run, ou a bola que foi mais longe e assim por diante.

O tour pelo estádio durou em torno de 45 minutos, e há muita coisa para ser dita e falada, mas algumas coisinhas eu perdi devido ao fato de o rapaz falar muito rápido, ou eu estar ocupada explicando pro marido algumas coisas pertinentes do discurso do guia, ou até mesmo porque não prestei tanta atenção... hahaha


Honorário do clube, poucos são os que possuem esses anéis que o senhor mostra com todo orgulho na foto!







terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Depois de muito, eis o post: Indo para Boston



     Depois de nossa “aventura” de carro, resolvemos pegar um trem para Boston, até por que de Filadélfia para Boston seriam quase 6h dirigindo, e é muito cansativo... Pelo menos de trem pudemos apreciar a paisagem e descansar. Sem falar que dentro do trem há sinal wi-fi...

     Chegando em Boston, juro que fiquei um pouco frustrada. A estação de trem não era nada parecida com a Union Station (Washington) ou 30th Street (Filadélfia). Não havia elevador, e sofremos para subir. A estação mais parecia um Terminal do Guadalupe (Curitiba) só que um pouco mais ajeitada!

Estação de trem

     Mas sem lamentações, estávamos cansados e querendo chegar ao hotel, por sorte escolhemos um hotel bem ao lado de um ponto muito importante de Boston: o estádio do Red Sox, ou melhor dizendo, Fenway Park! 
Vista do Fenway Park da janela do hotel

     Havia duas opções para chegar lá: pegar um metrô da linha laranja até a verde e na verde outro até a estação que precisávamos; ou ir andando até a estação que dava na linha verde. Decidimos ir andando para conhecer um pouco a cidade e depois pegar o metrô na linha verde.
Eis que nos surpreendemos totalmente. A cidade é uma graça. Tem um jeito de interiorana muito desenvolvida. Os prédios ainda preservam o jeito de cidade pequena, pouco trânsito e poucas pessoas nas ruas (tudo bem, estava um frio danado e meio chuvoso).

Quando estava tirando essa foto, passou um ciclista e começou a sorrir!

       Ao chegar até a estação da linha verde, tivemos outra surpresa: fui pedir ajuda ao funcionário do metrô para comprar o ticket e ele perguntou aonde íamos. Quando disse Fenway Park, ele disse: oh não, é apenas duas estações daqui, vou liberar para vocês passarem!!!! SIM, não pagamos nada! Não sabia nem como agradecer, e meu marido todo perdido me perguntando: mas escuta, não temos que comprar o ticket, o ticket, o ticket???
Depois de quase 6h de viagem, me decepcionar na hora de descer, me deparei com um sujeito tão gentil e simpático, foi demais para mim até para responder ao marido que o senhor nos deixou entrar sem pagar.
Após 5 minutos, chegamos à estação e logo achamos o hotel. 
 
Fizemos o check-in, tomamos um banho e fomos jantar num restaurante no mesmo prédio do hotel (aquele letreiro ali onde se lê UNO é o restaurante). Comida típica de Chicago, super recomendo...
 
Depois conto como foi nosso passeio por Boston!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Nossa impressão de Filadélfia



Não posso reclamar da simpatia dos funcionários do National Park, e de algumas pessoas da cidade, mas em geral, as pessoas são mais estressadas (meio parecido com o povo de São Paulo). O tráfego é mais pesado, tem mais moradores de rua e a cidade é um pouco confusa.

Uma das coisas que gostei é que os principais pontos que queria ter visitado eram próximos, e gratuitos. Embora a cidade tenha bastante morador de rua, eles não nos incomodam, eles conseguem ganhar os trocados em troca de favor. É comum ver esses moradores de rua próximos aos monumentos mais famosos (Rock Balboa e LOVE Park) se oferecendo para tirar fotos dos turistas e em troca pedem alguma comida ou trocado... (embora não seja a melhor forma de ganhar a vida, pelo menos é muito melhor que sair roubando turista).
Aliás, devo dizer que fiquei impressionada com a educação desses “homeless”, muito diferente do Brasil. Mas mesmo assim, minha nota para cidade é 7, não moraria lá de jeito nenhum...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Passeando por PHILLY



Depois de todo o estresse, finalmente fomos passear. O hotel no qual ficamos era muito perto do Centro Histórico, então fizemos tudo a pé. Foi um passeio agradável e histórico.
Meu marido ficou um pouco cansado, já que para ele era apenas blábláblá em inglês. Lembrei-me dos desenhos do Snoopy que os adultos só falavam a língua do bláblá.

Historicamente falando, o passeio valeu muito a pena. Finalmente pude ver de perto o sino quebrado, alguns prédios históricos, fizemos o tour pelo Independence Hall, vimos a famosa Estátua do Rock Balboa (no pátio do Museu de Artes) e demos uma voltinha pelo Reading Market e como todo bom turista, fizemos pose no famoso letreiro LOVE. 








Na verdade, acho que todo o estresse da manhã deixou meu marido irritado, então não foi lá um grande passeio. Mas pudemos aproveitar um pouco o dia por essa cidade.

Indo para Filadélfia



Ah, Philly. A primeira capital americana, onde tudo começou. Realmente tinha curiosidade de conhecer essa cidade. Então, já que estávamos em Washington, resolvemos alugar um carro e ir para lá. No meio do caminho fomos para Lancaster, uma vila de Amish. Mas só fomos lá por causa dos outlets que ouvi falar que era muito baratos... (realmente valeu a pena).
          Após fazer as comprinhas, seguimos em direção a Filadélfia, aí nosso inferno começou... O GPS ficou todo louco, não orientava direito, mandava a gente entrar na contramão, e quase nos mandou para outra cidade. Chegamos ao hotel e descobrimos que não tínhamos como deixar o carro na rua, e lá fomos nós a caça de um estacionamento.
          Pronto, carro estacionado, só nos sobrou tempo para dormir. Mas o problema na cidade só nos aguardava. No dia seguinte, descobrimos que onde estacionamos (num estacionamento público), não era permitido... Nosso carro estava com a roda travada e tivemos de pagar uma pequena multa L
Ok, sem problemas, pagamos e conseguimos sair do estacionamento para entregar o carro à locadora... Outro problema, demos voltas e mais voltas para achar a entrada da estação e o local onde ficava a locadora... Nossa, quanta dor de cabeça para umas poucas horas. :-/
          Por causa de tantas voltas, acabamos pagando uma taxa a mais no aluguel do carro... ok, o que podíamos fazer? Problema que descobrimos que pagamos muito mais, e até agora não entendemos porque. A moça da locadora disse que íamos receber um crédito de 200 dólares que até agora não caiu e não consigo entrar em contato com a locadora nem com o cartão de crédito :(
        Agora esperar.......